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09:30 – Scholz acusa Putin de ameaçar a paz na Europa
O chanceler federal da Alemanha, Olaf Scholz, condenou a invasão à Ucrânia, a qual chamou de "guerra de Putin". O líder alemão acusou o presidente russo, Vladimir Putin, de ameaçar a paz na Europa e pediu que ele pare imediatamente o ataque.
"Putin está trazendo sofrimento e destruição a seu vizinho direto, violando a soberania e fronteiras da Ucrânia", afirmou Scholz. "Ele ameaça a vida de incontáveis inocentes e a paz no nosso continente. Para tudo isso não há justificativa. Essa é a guerra de Putin", acrescentou.
09:26 União Europeia promete ajuda à Ucrânia
O Conselho Europeu condenou "com a maior veemência possível" a "agressão militar sem precedentes" da Rússia à Ucrânia e garantiu que prestará à população ucraniana assistência política, financeira e humanitária por parte da União Europeia (UE).
De acordo com declaração divulgada pelo Conselho Europeu, a Rússia está violando grosseiramente o direito internacional e minando a segurança e estabilidade europeia e global.
Ainda segundo a nota, os chefes de Governo e de Estado da UE lamentam "a perda de vidas e o sofrimento humanitário". "A UE e os seus Estados-membros estão prontos a fornecer urgentemente uma resposta humanitária de emergência", asseguraram.
Os chefes de Governo e de Estado da UE se reunirão esta noite para definir novas e severas sanções à Rússia.
09:05 – Otan reafirma que não enviará tropas à Ucrânia
O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, reafirmou em coletiva de imprensa que a Aliança Atlântica não enviará tropas para a Ucrânia. Segundo ele, a Otan prestará todo o apoio possível a Kiev e reforçará a defesa nos países membros da aliança no leste europeu. Stoltenberg afirmou que a Ucrânia é uma forte aliada de longa data, que receberá outras formas de auxílio, mas não com o envio de tropas.
09:00 – Ucrânia confirma ataques russos por diversas frentes
A guarda de fronteira ucraniana informou que tropas terrestres russas estão adentrando o país por diferentes frentes. Em várias regiões do norte e da península da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014, o exército russo cruzou a fronteira com tanques e outros equipamentos pesados. Explosões já haviam sido ouvidas nas cidades de Odessa e Kharkiv. Segundo fontes de Kiev, mais de 40 soldados ucranianos e cerca de dez civis foram mortos.
De acordo com os separatistas do leste da Ucrânia, combatentes de suas fileiras também foram mortos. O chefe da autoproclamada "República Popular de Donetsk", Denis Puschilin, disse à televisão estatal russa que há mortos e feridos entre as forças armadas, mas também entre a população civil.
Segundo a Ucrânia, a fronteira com Belarus também está sendo atacada por soldados russos.
Além disso, depósitos de munição na região oeste da Ucrânia de Khmelnytskyi e na região sudeste de Dnipropetrovsk foram atacados com foguetes. Uma torre de televisão foi destruída na cidade de Lutsk.
08:25 Portos ucranianos cessam operações
As operações nos portos ucranianos foram suspensas por ordem dos militares. O anúncio foi feito pelo gabinete do presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski. As operações ferroviárias continuam.
08:02 Cerca de 2 mil pessoas ingressam na Moldávia fugindo da Rússia
A ministra do Interior da Moldávia, Anda Revenko, anunciou nesta quinta-feira que cerca de 2 mil refugiados, incluindo famílias inteiras, ingressaram no país pela fronteira com a Ucrânia, após o ataque russo. Ela afirmou que as autoridades moldavas estão trabalhando em estado de alerta.
A presidente da Moldávia, Maia Sandu, garantiu que o país resolverá a situação dos refugiados. "Ajudaremos as pessoas que precisam de nossa ajuda. Neste momento, estamos dispostos a receber dezenas de milhares de pessoas", garantiu.
07:38 - Ao menos 40 soldados ucranianos mortos
O gabinete presidencial da Ucrânia informou na manhãa desta quinta-feira a que mais de 40 militares do país morreram em ataques realizados pelas forças da Rússia contra bases aéreas e unidades militares no território ucraniano. "Sei agora que há mais de 40 mortos e várias dezenas de feridos", afirmou Oleksiy Arestovych, assessor do presidente Volodimir Zelenski, em entrevista coletiva.
06:10 – Ucrânia rompe relações diplomáticas com a Rússia
Após o ataque russo, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, anunciou que rompeu as relações diplomáticas com Moscou. Essa é a primeira ruptura do país com a Rússia desde o colapso da União Soviética em 1991.
O governo da Ucrânia afirmou que está combatendo a invasão do país por tropas russas e pediu apoio ao Ocidente para a defesa.
05:25 – Ucrânia pede à Turquia que feche estreito de Bósforo
A Ucrânia pediu ao governo da Turquia que feche o estreito de Bósforo – que liga o Mar Negro ao Mediterrâneo – para navios da Rússia. "Solicitamos à Turquia para fechar seu espaço aéreo aos aviões russos e fechar os Dardanelos e o Bósforo aos navios russos", disse o embaixador ucraniano em Ancara, Vasyl Bodnar.
Bodnar também pediu a Ancara que imponha sanções à Rússia e congele os ativos econômicos russos na Turquia. "Também é importante que nos seja fornecido armas e apoio para nossa defesa. O apoio financeiro e humanitário também é importante", enfatizou.
A Turquia ainda não comentou o ataque russo, mas o presidente turco Recep Tayyip Erdogan convocou uma reunião de emergência com os ministros de Interior e Defesa e os serviços de inteligência.
A passagem de navios de guerra por Bósforo e Dardanelos é regulamentada pela Convenção de Montreux de 1936, que impõe restrições à passagem de navios beligerantes.
Estas disposições só se aplicam ao tempo de paz. Em tempos de guerra, se a Turquia for neutra, nenhum navio militar de um país envolvido no conflito deve passar pelo Bósforo ou por Dardanelos, exceto para retornar a seu porto.
05:10 – Ucranianos buscam abrigo na Romênia
Centenas de cidadãos oriundos da Ucrânia cruzaram a fronteira que separa o país da Romênia nesta quinta-feira, em busca de refúgio na casa de amigos e familiares, depois do início de uma invasão em grande escala de forças militares russas, segundo informou Bucareste.
A Romênia divide fronteira com a Ucrânia por mais de 600 quilômetros. Os contatos entre as pessoas que vivem nos dois lados são fluídos nas regiões de divisa. Segundo o censo oficial mais recente, no território romeno vive uma minoria ucraniana de mais de 50 mil pessoas.
Segundo algumas estimativas, os cidadãos da Romênia na Ucrânia, por sua vez, chegam a mais de 400 mil.
O ministro da Defesa romeno, Vasile Dincu, afirmou nesta semana à imprensa do país que o governo está preparado para acolher mais de 500 mil refugiados do país vizinho.
05:00 – Ucrânia adota lei marcial
Logo após o início do ataque russo, o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, impôs nesta quinta-feira (24/02) a lei marcial no país e pediu calma à população. A medida contou com o aval do Parlamento ucraniano.
Em vídeo publicado no Facebook, Zelenski anunciou o ataque russo contra "a infraestrutura militar" e a os guardas da fronteira. Ele informou ainda que introduziu a lei marcial em todo o país. Com a medida, as leis civis passam a ser substituídas por regras militares.
"Nessa manhã, a Rússia lançou uma nova operação militar contra o nosso Estado. Essa é uma invasão completamente cínica e infundada", afirmou Zelenski. "Nós, os cidadãos da Ucrânia, temos determinado nosso futuro desde 1991", disse em referência ao ano do colapso da União Soviética. "Mas agora, o que está sendo decidido não é somente o futuro do nosso país, mas o futuro de como a Europa quer viver", acrescentou.
Zelenski pediu que a população mantenha a calma e que as pessoas permaneçam em casa. Ele destacou ainda que o governo está fazendo de tudo para defender o país. "Sem pânico. Nós somos fortes. Estamos prontos para tudo. Vamos vencer todos porque somos a Ucrânia", acrescentou.
04:30 – Líderes mundiais condenam operação militar russa na Ucrânia
Líderes mundiais condenaram velozmente o anúncio de uma operação militar na Ucrânia pelo presidente russo Vladimir Putin nesta quinta-feira. Países ocidentais prometeram intensificar as sanções contra Moscou, enquanto o diretor-geral das Nações Unidas, António Guterres, exigiu que o conflito seja imediatamente encerrado.
Guterres fez um apelo direto e pessoal a Putin após uma sessão de emergência do Conselho de Segurança da ONU que foi realizada antes do anúncio, exultando o presidente russo a parar com a operação "em nome da humanidade". O apelo foi feito praticamente ao mesmo tempo em que Putin anunciava a operação militar em sua fala pela televisão estatal russa.
"Não permita que comece na Europa o que poderia ser a pior guerra desde o início do século", disse. "O conflito precisa parar agora", acrescentou o diretor-geral da ONU, dizendo que este é o "dia mais triste" de seu mandato.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse pouco depois do anúncio da operação que "as preces do mundo todo estão com o povo da Ucrânia esta noite enquanto sofrem um ataque injustificado e sem provocação prévia por forças militares russas". Ele alertou que "apenas a Rússia é responsável pelas mortes e destruição que esse ataque vai trazer". "O mundo vai responsabilizar a Rússia", afirmou.
O secretário-geral da aliança militar atlântica Otan, Jens Stoltenberg, afirmou que a Rússia "escolheu o caminho da agressão contra um país soberano e independente". O anúncio "coloca em risco incontáveis vidas civis". Stoltenberg ainda descreveu a decisão da Rússia como "uma grave violação das leis internacionais e uma séria ameaça à segurança euro-atlântica". A Otan realiza reunião de emergência nesta quinta-feira.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, se disse "indignado" num tuíte com os "terríveis acontecimentos na Ucrânia e falei com o presidente Zelenski para discutir os próximos passos". "O presidente Putin escolheu um caminho sangrento e de destruição ao lançar um ataque sem provocação à Ucrânia. O Reino Unido e nossos aliados vão responder de forma decidida."
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, afirmaram no Twitter que vão "responsabilizar a Rússia".
A ministra do Exterior da Alemanha, Annalena Baerbock, alertou que "o mundo não vai esquecer esse dia vergonhoso". Já o ministro da Economia e do Clima, Robert Habeck, afirmou que "esse ataque terá severas consequências políticas e econômicas para a Rússia".
O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que a França é solidária com a Ucrânia. "A Rússia precisa parar imediatamente com suas operações militares", tuitou, dizendo que Moscou decidiu "travar uma guerra" contra a Ucrânia.
Já o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, disse que se encontraria com parceiros do G7 para elaborar uma resposta coletiva ao anúncio de Putin, "incluindo a imposição de sanções adicionais às anunciadas mais cedo esta semana".
A Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), da qual a Rússia é membro, divulgou declaração dizendo que "esse ataque à Ucrânia coloca as vidas de milhões de pessoas em grave risco e é uma grave violação da lei internacional e dos compromissos da Rússia".
04:02 – União Europeia condena "agressão militar sem precedentes" da Rússia
Os dois principais dirigentes da União Europeia condenaram a "agressão militar sem precedentes" da Rússia nesta quinta-feira. "Por suas ações militares sem provocação e injustificadas, a Rússia está violando brutalmente as leis internacionais e minando a segurança e a estabilidade global e europeia", acrescentaram.
A UE deverá impor novas, "massivas e severas" sanções à Rússia, segundo afirmaram a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.
Líderes do bloco de 27 países se encontram na manhã desta quinta-feira (24/02) para uma reunião de emergência anunciada na quarta, antes da decisão do presidente russo Vladimir Putin de lançar uma operação militar na Ucrânia.
A UE impôs um primeiro pacote de sanções na quarta-feira, após o reconhecimento de Putin das províncias separatistas pró-Moscou de Lugansk e Donetsk como repúblicas independentes.
Segundo Michel e von der Leyen, as novas sanções serão impostas "rapidamente" e em coordenação com os "parceiros transatlânticos" da UE.
03:48 – Rússia diz ter eliminado infraestruturas militares na Ucrânia
O Ministério russo da Defesa afirmou ter eliminado infraestruturas militares nas bases aéreas ucranianas e danificado as defesas antiaéreas do país, segundo informações de agências de notícias russas.
O órgão negou relatos de que uma de suas aeronaves tivesse sido abatida sobre a Ucrânia. Pouco antes, militares ucranianos informaram que cinco aviões e um helicóptero russo foram atingidos no reduto separatista de Lugansk.
03:22 – Chanceler federal alemão critica decisão russa e alerta para custo "sem precedentes"
A Alemanha alertou que haverá graves consequências para a Rússia, após o início das operações militares na Ucrânia.
"A agressão russa virá com um custo político, econômico e moral sem precedentes", afirmou a embaixadora alemã no Conselho de Segurança da ONU, Antje Leendertse. Ela avalia que o anúncio da invasão, por parte de Moscou, significa o maior conflito militar na Europa em décadas.
Na terça-feira, Berlim já havia anunciado a suspensão do processo de licenciamento do gasoduto Nord Stream 2, planejado para transportar gás russo para Europa contornando países como Polônia. O gasoduto já está construído.
A suspensão foi uma resposta do governo do chanceler federal alemão, Olaf Scholz, ao reconhecimento das regiões separatistas ucranianas Lugansk e Donetsk pela Rússia.

03:04 – Chanceler federal alemão critica Rússia e manifesta solidariedade irrestrita à Ucrânia
O chanceler alemão, Olaf Scholz, descreveu a operação militar russa na Ucrânia como uma "manifesta violação" das leis internacionais, e disse que este é um "dia sombrio" para a Europa.
"A Alemanha condena nos termos mais fortes possíveis esse ato inescrupuloso do presidente Putin. Nossa solidariedade para com a Ucrânia e sua população", disse, em comunicado.
Scholz, cujo país ocupa a presidência rotativa do grupo dos países do G7, disse que este é um "dia terrível para a Ucrânia". Ele instou Moscou a cessar imediatamente suas operações militares.
Olaf Scholz ainda telefonou para o líder ucraniano, Volodimir Zelenski, na manhã desta quinta-feira, segundo tuitou o porta-voz do governo alemão, Steffen Hebestreit. O chanceler federal alemão "garantiu solidariedade completa" à Ucrânia "nesse momento difícil".
02:30 – Ministro ucraniano do Exterior fala em "invasão em larga escala"
O ministro ucraniano do Exterior, Dmytro Kuleba, afirmou através do Twitter que seu país era alvo de uma "invasão em larga escala".
Kiev anunciou nesta quinta-feira o fechamento do espaço aéreo para aeronaves civis após a fala televisionada do presidente russo, Vladimir Putin, que anunciou uma "operação militar especial" na Ucrânia.
Explosões foram ouvidas na manhã desta quinta-feira em Kiev e em várias cidades ucranianas próximas à fronteira com a Rússia. O mesmo ocorre em localidades nas regiões costeiras, assim como na cidade portuária de Odessa, próxima à Península da Crimeia, ocupada pela Rússia.
Também foram registradas explosões em Kharkiv, a segunda maior cidade do país, a 35 quilômetros da fronteira russa, localizada fora das regiões dominadas pelos separatistas.

Quatro grandes explosões foram ouvidas em Kramatorsk, que serve como base para o governo ucraniano no combate aos separatistas no leste do país.
Outras explosões foram ouvidas na cidade portuária de Mariopol, no mar de Azov.
Segundo a Ucrânia, tropas russas atravessaram por terra a fronteira do país em diversos pontos no leste e desembarcaram por mar nas cidades de Odessa e Mariupol.
O Ministério do Exterior da Ucrânia disse em nota que "o objetivo da ofensiva militar russa é destruir o Estado ucraniano". "Nossa defesa está pronta para repelir o agressor e fará tudo em seu poder para defender o território ucraniano", afirmou o órgão, ao mesmo tempo em que pediu aos aliados ocidentais que impusessem imediatamente novas sanções contra a Rússia.
"A Ucrânia se defenderá e vencerá. O mundo pode e deve deter Putin. A hora de agir é agora", acrescentou Kuleba.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que suas preces estão com o povo ucraniano, "enquanto eles sofrem um ataque não provocado e injustificado pelas forças militares russas".
00:45 – A movimentação de tropas russas na fronteira com a Ucrânia
Entenda como as tropas russas foram mobilizadas na fronteira com a Ucrânia nos últimos meses:

00:00 – Vladimir Putin anuncia "operação militar especial" contra a Ucrânia
O presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma operação militar contra a Ucrânia nas primeiras horas desta quinta-feira (24/02), com o objetivo de "desmilitarizar" o país e eliminar o que chamou de ameaças contra a Rússia.
O líder russo instou os militares ucranianos a deporem suar armas e abandonarem seus postos. "Todos os soldados ucranianos que cumprirem essa exigência estarão aptos a deixar livremente as zonas de combate e retornarem a suas famílias", disse Putin, num repentino pronunciamento televisado.
Horas antes, o Kremlin anunciou que líderes das regiões separatistas no leste da Ucrânia haviam pedido assistência militar de Moscou, para se defenderem de supostas agressões por parte de Kiev.
Em seu pronunciamento, Putin afirmou que Moscou não teve outra alternativa a não ser lançar a operação, embora o motivo não tenha sido inicialmente esclarecido. O objetivo das operações, segundo Putin é "proteger a população que vinha sendo sujeita a abusos e genocídio [...] pelos últimos oito anos. E, por isso, avançaremos com a desmilitarização e 'desnazificação' da Ucrânia".
A Ucrânia rejeita as acusações de genocídio contra a população das regiões ocupadas desde 2014 pelos grupos separatistas pró-Moscou, dizendo se tratar de um pretexto para justificar uma invasão. O anúncio de Putin se seguiu a um apelo dos separatistas no leste da Ucrânia contra o que chamaram de agressão crescente por Kiev, algo que o governo de ucraniano nega.
Explosões foram ouvidas por repórteres de agências alguns minutos depois do fim do pronunciamento de Putin. O mandatário russo disse que responderia imediatamente se alguma força externa tentasse interferir com suas ações. "Ninguém deveria ter nenhuma dúvida de que um ataque direto ao nosso país levará à derrota e a consequências terríveis para qualquer agressor potencial", afirmou.
Os Estados Unidos e seus aliados estimam que a Rússia já havia acumulado em torno de 150 mil soldados na fronteira com a Ucrânia. Horas antes do ataque, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, afirmou que esse total seria de 200 mil membros das forças armadas russas.
rc/rk (Reuters, AFP, DPA)
Créditos (Imagem de capa): Na cidade de Chuguiv, na Ucrânia, um homem usa um tapete para cobrir o corpo de uma vítima de bombas russas, em 24 de fevereiro de 2022 — Foto: Aris Messinis / AFP
