O oitavo filho, novo livro do jornalista Edelvânio Pinheiro, agora pode ser adquirido através da Amazon, empresa americana que é a segunda maior varejista do mundo, perdendo apenas para Alibaba, da China.
O jornalista Jan Santos foi um dos leitores que já terminou a leitura da obra.
"O oitavo filho eterniza memórias e assegura que parte da história política de Itanhém seja conhecida e lembrada pelas próximas gerações, com o adendo da conturbada e triste história familiar dos Batistas e Pinheiros", comentou o jornalista. "Como conheço o autor e conheci algumas das personagens, li como se o livro fosse narrado por eles. Apreciei cada detalhe, despertando, inclusive, em mim, curiosidade pelas fotos mostradas, por conta do cuidado que o autor teve ao descrevê-las", prosseguiu. "Assim como aquelas séries de sucesso, onde o expectador assiste um capítulo já querendo saber o que terá no outro, li cada página de O oitavo filho, já querendo saber o que viria na sequência. Comecei a ler e, quando me dei conta, já eram duas da manhã. Parei e deixei as poucas páginas que restavam para o outro dia", completou.
Para o jornalista, o livro narra fielmente o comportamento dos Pinheiros.
"Isso me traz uma sensação de justiça, pois trabalhei por pelo menos dez anos para eles e, quando contava a alguém o que já passei, vi e ouvi por lá, muitos não acreditavam que eles fossem capazes de tais coisas. Já recomendei o livros às minhas filhas e aos meus amigos e, na minha opinião, O oitavo filho deveria ser lido por todo itanheense", explicou, completando. "Lamentei, recordei, me revoltei, aprendi e dei boas risadas".
O sétimo livro de Edelvânio Pinheiro conta a história de Manoel Batista dos Santos Júnior, o oitavo e último filho de Neco Batista (in memoriam), um dos homens mais ricos de Itanhém, cidade localizada no extremo sul da Bahia e da qual se elegeu prefeito por dois mandatos. Manoel Júnior nasceu em São Mateus, no norte do Espírito Santo, tendo como mãe Laurice Fagundes, com quem Neco Batista manteve um relacionamento extraconjugal por muitos anos. Somente aos sete anos, ele soube que tinha meios-irmãos que moravam em Itanhém e aos quais seria apresentado, pouco a pouco, quando já era adolescente. Durante toda sua infância, Júnior acreditou que o pai era funcionário da Petrobras. Quando Neco retornava para Itanhém, o menino achava que o pai estava indo para o trabalho e que os três ou quatro dias que ficava ausente eram em razão da escala de serviço.
O livro pode ser adquirido aqui ou aqui por R$ 39,90.