A advogada Kerry Anne Esteves foi uma das palestrantes na IV Conferência Estadual da Mulher Advogada, promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil Seção Bahia (OAB-BA). O evento, que aconteceu na segunda e terça-feira (22 e 23) no Centro de Convenções de Salvador reuniu uma diversidade de vozes femininas influentes no meio político e jurídico para discutir temas importantes como igualdade de gênero, violência contra a mulher e o papel das mulheres na advocacia.
Na abertura do evento, a ministra do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, proferiu uma palestra magna sobre liderança e igualdade de gênero, destacando a importância de fortalecer a presença feminina nos espaços de decisão.
O segundo dia do evento foi marcado pela participação da advogada Kerry Anne Esteves, membro do Conselho Estadual da OAB-BA, que integrou o Fórum da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. A Dra. Kerry Anne foi uma das palestrantes do painel dedicado a Estratégias Alternativas de Resolução de Disputas e Liderança Assertiva.
Durante sua apresentação, a advogada itanheense abordou a importância de estratégias que promovam a resolução de conflitos, especialmente no contexto de violência contra a mulher. Sua contribuição enfatizou a necessidade de novos métodos de mediação, mas também a capacidade das mulheres advogadas de assumirem papéis de liderança assertiva dentro e fora dos tribunais.
A conferência contou com mais de 20 painéis ao longo de seus dois dias, todos com a participação exclusiva de palestrantes mulheres, discutindo desde inovação na advocacia até empreendedorismo e os desafios do etarismo.
“Esse evento reafirmou o compromisso da OAB-BA em fortalecer o papel das mulheres na advocacia, oferecendo oficinas específicas para capacitar e empoderar as participantes”, explicou Dra. Kerry Anne ao portal Água Preta News. “Observei a troca de conhecimentos e experiências, fazendo com que esta conferência se consolidasse como um espaço de reflexão e ação para a construção de um futuro mais igualitário e justo”, finalizou.
