Enquanto você debruça os olhos no Água Preta News, em busca de mais uma notícia, certamente o prefeito Mildson Medeiros, na sede, nos distritos, nas vilas ou em qualquer lugar fiscaliza alguma das obras em andamento no município de Itanhém.
Provavelmente ele, sempre sorrindo, vai estar recostado no portal da casa de algum morador com uma xícara de café na mão, conversando sobre Itanhém e falando também do seu novo amor, Helena, que nasceu no último dia 14 de junho.
Sua nova filha dorme longe do barulho das máquinas que nivelam e compactam ruas, que estão sendo pavimentadas com asfalto, paralelepípedo ou bloco sextavado.
A menina dos olhos do prefeito traz no nome um significado resplandecente, que acaba iluminando ainda mais a boa vontade do gestor, que tem buscado ressignificar o município onde ela e outros bebês irão crescer.
Helena ainda não sabe que o prestígio do pai junto aos representantes políticos na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal fez chegar em Itanhém, recentemente, duas carretas cheias de máquinas e equipamentos hospitalares. Esse material dará um pouco mais de dignidade às mães que tão logo poderão ter seus filhos numa mesa de parto novinha e, se necessário, numa sala cirúrgica equipada com aparelhos de última geração. Se por acaso algum bebê nascer prematuramente, o pai de Helena fez também chegar ao Hospital Municipal dois berços aquecidos para aumentar as chances de sobrevida desses apressadinhos.
(É necessário abrir um parêntese nesta crônica para relembrar o sofrimento do povo itanheense na gestão de Zulma Pinheiro e seus irmãos, os quais abandonaram os mais pobres quando permitiram o fechamento do então Hospital Maria Moreira Lisboa, cuja reabertura só aconteceu depois de manifestações populares pelas ruas e em frente à Câmara de Vereadores e à Prefeitura Municipal. Inúmeras vezes aqueles cidadãos, que não têm planos de saúde como os moradores da Fazenda Suíça sempre tiveram, bateram à porta daquele hospital e voltaram para casa chorando depois do vigilante informar que não tinha médico e nem previsão de quando ali haveria um plantonista. E quantos corações que não parariam de bombear o sangue se não tivessem de serem levados às pressas para outras cidade?)
Simultaneamente, enquanto despacha no gabinete, está nas ruas acompanhando as várias frentes de serviços, nas secretarias cobrando mais humanidade nos atendimentos ou viajando para Salvador ou Brasília em busca de recursos, o coração de Mildson Medeiros tem ficado também em casa, ao lado de Helena.
Entre ofícios e projetos agora o prefeito também carrega saudades dentro da pasta, uma saudade recheada de mais responsabilidade e gratidão com sua família, seus amigos, admiradores e correligionários. E, assim, a saudade deve seguir iluminando seu caminho em busca de dias melhores para o município de Itanhém.
Claro! Precisava lembrar disso também: às vezes na equipe do prefeito aparece um ou outro que ainda não sabe o que é empatia, não sabe abraçar o sofrimento do outro, mas esses estão tendo reinados curtíssimos. E tem que ser assim mesmo!
Mildson Medeiros já repetiu o cafezinho em várias ocasiões e em diversas casas, porque ele, ao contrário de meia dúzia de políticos arrogantes e estrategistas do mal, não aparece somente em época de eleições, fingindo apreço para sair bem na foto.
E, apesar da vontade de estar sempre perto de Helena, ele vai seguindo, tomando cafezinhos e colocando em prática um dos ensinamentos do mestre Homero: “O trabalho conquista todas as coisas”.