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Dou-me por confortado diante da plena certeza de que o dono do universo recebeu Juvenato no palácio celestial

Crônica de Edelvânio Pinheiro

Dou-me por confortado diante da plena certeza de que o dono do universo recebeu Juvenato no palácio celestial
Foto: Juvenato com a esposa Lica e com o neto Elias Pinheiro, filho de Tim da Eletrônica.
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Perdemos um grande homem, bom e íntegro, Juvenato Matias Gonçalves, que nos deixou aos 96 anos.

Ele era pai de sete meios-irmãos meu e morreu no final da manhã do dia 28 de julho, no Hospital Municipal de Teixeira de Freitas, onde estava internado havia alguns dias.

Ele cumpriu bem a sua missão na terra com honestidade e amor ao seu semelhante. Seguramente digo que aqui ele viveu bem porque cuidou de si e amou a Deus sobre todas as coisas. Isso fez dele um exemplo a ser seguido.

Juvenato era um homem muito inteligente. Posso dizer até que estava à frente do seu tempo.

Tive várias oportunidades de conversar com ele e pude notar a visão ampla de mundo que ele tinha. Adorava ouvir minhas aulas sobre o universo e ficava sempre admirado com as grandezas de Deus.

Naquela ocasião, eu levava até ele um ou outro exemplar da minha coleção da Barsa. Há alguns anos esses livros correspondiam ao Google e ele ficava encantado com minhas explicações e, eu, mais encantado ainda com a mente tão evoluída para o conhecimento que ele tinha. Na cabecinha branca de seu Juvenato não havia espaço para a ignorância.

Meu irmão Tim da Eletrônica, que era filho dele, herdou do pai o apreço pelas coisas genuínas dessa vida, tanto que tinha muita intimidade com a eletrônica, com os instrumentos musicais e dominava a bela arte da música.

Juvenato sempre foi um homem forte. Acompanhei alguns momentos tristes que ele passou quando teve que se despedir de meus irmãos, os quais morreram antes dele. O último foi Tim da Eletrônica, que faleceu na cidade de Itanhém, no dia 14 de maio do ano passado.

Agora, diante da plena certeza de que o dono do universo, que ele tanto admirava, o recebeu com grande festa no palácio celestial, dou-me por confortado.

*[Edelvânio Pinheiro é escritor, jornalista e radialista. Tem licenciatura plena em Letras Vernáculas e pós-graduação lato sensu em Ciências Políticas]

FONTE/CRÉDITOS: Crônica de Edelvânio Pinheiro*
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